image

In: http://www.jornaleconomico.sapo.pt

Os investidores procuram formas alternativas ao financiamento tradicional e o conceito de crowdfunding começa a ganhar adeptos em Portugal.

Apesar de ser ainda um conceito recente no imobiliário, o crowdfunding está a conquistar cada vez mais adeptos, ou pelo menos são muitos os interessados nesta forma de investir.

Com as restrições da banca ao financiamento de projetos imobiliários, os investidores procuram formas alternativas ao financiamento tradicional. Hugo Santos Ferreira, secretário-geral da APPII – Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários, aconselha às primeiras empresas de crowdfunding imobiliário em Portugal, e pensando em quem investe, para procurarem conceder sempre rentabilidades, pelo menos, superiores (bastante superiores) àquelas que a banca oferece com as várias aplicações que tem ao dispor dos investidores. “Sendo o imobiliário, por natureza, um mercado menos volátil e mais seguro que os mercados financeiros, principalmente tendo em conta o grande descrédito que sobre eles hoje ainda paira – a crise que arrasou os mercados financeiros por todo o mundo e que ainda está muito presente na memória de todos nós –, o crowdfunding no setor imobiliário pode, de facto, representar uma boa alternativa para quem investe e deseja rentabilizar o seu capital de forma mais segura e com menos imprevistos”, explica.

Mas afinal o que é o crowdfunding? Para quem ainda está a familiarizar-se com este conceito, pode dizer-se, de uma forma simples, que consiste em juntar o capital de vários investidores para desenvolverem os projetos, sendo depois a rentabilidade distribuída por quem investiu. As formas de investimento e retorno podem ser variáveis. A diferença entre o crowdfunding e um fundo de investimento imobiliário é que, no primeiro caso, o investimento é sobre um produto específico. Um Fundo de Investimento Imobiliário é aquele que faz as suas aplicações fundamentalmente em bens imóveis. Os investidores muitas vezes não têm qualquer tipo de poder de decisão em relação aos imóveis que o fundo detém, e na maioria das vezes nem conhecem o património em questão. Investem apenas com o objetivo do retorno e estão mais dependentes das decisões de quem faz a Gestão do Fundo Imobiliário.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s